
Rogério Ceni atingiu uma marca histórica no clássico deste domingo na
Arena Barueri e entrou para a história, não só do São Paulo, mas também do futebol
brasileiro e mundial.
Tudo começou no ano de 1997, no jogo São Paulo e União São João de
Araras. A partir dai passaram a ser freqüentes as cobranças magistrais deste
incrível goleiro. Um exemplo de goleiro, não só nas quatro linhas, mas também fora
delas, pela paixão e comprometimento com o clube, que junto com Marcos – goleiro
do Palmeiras – parecem ser os únicos exemplos de amor às respectivas camisas no
futebol hoje em dia.
Os treinos para realizar essas cobranças começaram quando ainda era
treinado por Telê Santana, que pedia para ele chegar mais cedo para treinar esses
fundamentos. No começo Rogério Ceni treinava 100 cobranças por dia, já nos dias
de hoje, devido a idade e a parte física, seu pique está menor e os treinos
diferentes.
Foram 56 gols de falta e 44 de cobranças de pênalti bem distribuídas por
esses 14 anos desde o primeiro gol. A maior vítima foi o goleiro Fábio do Cruzeiro e
o time que mais tomou gols foi o Palmeiras com 7 cobranças entre pênaltis e faltas.
Mesmo sendo considerado um clássico paulista, todas as atenções estavam
voltadas para Rogério, que além de levar seu time a vitória, mostrou aos torcedores,
outros jogadores e dirigentes dos clubes, do que o realmente o futebol deve ser
feito.
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