quinta-feira, 31 de março de 2011

SEDES DA COPA 2014-SÃO PAULO


Vamos fazer uma análise da situação das sedes para a Copa de 2014. Começaremos com São Paulo, que apesar de ser a cidade mais desenvolvida, parece estar longe de resolver onde serão os jogos.
            Agora, o estádio mais adequado a abrigar os jogos da copa é o Morumbi, que do que foi prometido á FIFA por São Paulo, 45% das obras já estão prontas. Há 3 anos da abertura da Copa, esse é o estádio mais adiantado em suas reformas e com uma ressalva, não menos importante, de que as adequações foram todas feitas com dinheiro privado, pois o estádio é de responsabilidade do São Paulo Futebol Clube. O que acontece neste caso é uma briga política do clube do Morumbi com a CBF e com Ricardo Teixeira, porque não apoiou o canditado da entidade á eleição no clube dos 13. No dia posterior a eleição, o Morumbi foi retirado do projeto de ser a sede dos jogos e talvez da abertura dos jogos, pelo comitê da Copa.
            Outra opção de sede dos jogos seria a Arena Palestra, antigo Parque Antártica, onde no momento não é nem cogitado, devido á vários problemas como, a disputa política do clube, a vizinhança do local do estádio que tentou embargar a obra, a lotação máxima do estádio que precisava aumentar para a Copa e o fato do ex-presidente palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo não ter relações com a CBF.
            O estádio escolhido pelo comitê paulista foi o estádio que nem existe ainda do Corinthians, o “Itaquerão”, que passa por vários problemas de construção como: os dutos que passam embaixo do local das obras e a estação de metrô no local do estádio, que antes de receber as pessoas envolvidas na Copa já está sofrendo de lotação, entre outros problemas. O dinheiro para esta obra viria inteiramente de dinheiro público, como nas outras obras, mostrando que o Brasil está engajado em realizar a farra do dinheiro público, fazendo que os políticos envolvidos levem a sua graninha para casa. Vale lembrar que a obra do estádio está subindo cada vez mais de valores. Com um inicial de 600 milhões de reais, hoje já está estimado em ultrapassar a marca de 1 bilhão de reais.
            Essa escolha foi puramente política, pois Andres Sanchez é muito ligado a Ricardo Teixeira, sendo até nomeado como chefe de delegação do Brasil na Copa do mundo de 2010.
         

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